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Liga Informa
Desde: 26/03/2018      Publicadas: 2      Atualização: 28/03/2018

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 Ação Social

  28/03/2018
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Entrevista - O que o Lanterna Verde tem a dizer?

Leandro Catarino, o Lanterna Verde, já participava de ações sociais (já era um herói) antes de entrar na Liga da Justiça.

“O que os super-heróis têm a dizer” é uma série de entrevistas com os membros do Projeto Social Liga da Justiça/BH. O objetivo dessas entrevistas é conhecermos as experiências e percepções dos membros ao participarem do projeto. A partir disso, inspirarmos com as atitudes de cada super-herói.

O primeiro entrevistado foi o Leandro Catarino, mecânico de máquinas pesadas e estudante de Engenharia de Produção, que durante as missões do projeto, é o Lanterna Verde. Leandro faz parte da Liga desde 2014, é um dos que estão há mais tempo no grupo.

Leandro Catarino, o Lanterna Verde do Projeto Social Liga da Justiça/BH

O Projeto Social Liga da Justiça é o seu primeiro contato com o voluntariado?

Não. Antes de ser voluntário tive que ser beneficiado por alguém, em outras palavras, receber ajuda. Porém, não foi só por aí, o tempo passou e o legado ficou. Hoje faço parte de projetos sociais em virtude de minha cultura passada.

Como você chegou à Liga da Justiça?

Por meio de um link que uma amiga compartilhou comigo, entrei em contato com o Daniel (fundador do grupo e Super-homem), naquela época ele era o Shazam.

Como foi sua primeira missão (ação social) com a Liga?

Não foi muito diferente do que eu já fazia, mas em relação à fantasia foi sim, um quebra de paradigma para mim, nunca me fantasiei de nada, e o Daniel, como sempre motivador, me colocou para cima tirando o meu lado vergonhoso. Agora, saio até em shoppings vestido de Lanterna Verde, sem medo de discriminação.

Houve alguma missão que te marcou mais?

Sim. A missão que mais me marcou foi em Conselheiro Lafaiete, onde fomos convidados a participar da distribuição de brinquedos a comunidades carentes. Durante a missão, um menino chegou correndo com seu chinelo arrebentado na mão pedindo “pela amor de Deus” para  não esquecer dele, este momento me fez lembrar de mim mesmo no passado.

Sabemos que a Liga faz o bem para o próximo, mas e para seus membros, você se sente diferente após entrar no grupo?

Sim. A postura tende a mudar, por exemplo, não podemos ficar compartilhando (em redes sociais) tudo que der na telha, ou seja, nada de dar exemplos negativos. A liga hoje é reconhecida, não por visualizações em redes sociais, mas sim devido aos membros que fazem a Liga existir.

Deixe um recado para todos que acompanham a Liga.

Seja exemplo de você mesmo para fazer diferente na vida de alguém.

 

Natal nas comunidades carentes de Conselheiro Lafaiete, parceria com a Loja Maçônica Acadêmica Libertas Homini e Corpo de Bombeiros Militares de MG.

  Autor:   Projeto Social Liga da Justiça/BH





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